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sábado, 20 de junho de 2015

"Biglia, Juiz! Juiz, Biglia"!

Imagem extraída de https://www.facebook.com/CONMEBOL1916CSF



Argentina e Jamaica já entraram em campo sabendo o que tinham de fazer após o pavoroso jogo entre Paraguai e Uruguai: a Albiceleste já estava com a liderança assegurada e os Reggae Boyz não tinham mais chances de se classificar.

O auxiliar de Gerardo Martino (que estava suspenso por ter sido expulso contra o Uruguai), sabendo disso, entrou em campo com um time misto, poupando alguns jogadores pendurados ou lesionados. A Jamaica, por outro lado, foi ao jogo com o que tinha de melhor em busca de um resultado para honrar sua participação.

A Argentina começou bem no primeiro tempo, trocando passes e envolvendo a esforçada defesa jamaicana. Não demorou para Higuaín fazer seu gol aos dez minutos. A Albiceleste continuou no controle da partida enquanto a apenas esforçada Jamaica lutava em vão.

Assistindo ao primeiro tempo, mais parecia que teríamos um espetáculo da Argentina, tal qual havíamos tido com o Chile ontem.



Argentina no 3-4-3 (com Mascherano recuado para liberar
Zabaleta e Rojo) encurrala o 4-2-3-1 da Jamaica. A Albiceleste,
mesmo sem espaço, troca passes, envolve a defesa da
Jamaica e cria muitas chances no primeiro tempo
(imagem obtida via this11.com).



Se a Argentina havia feito um primeiro tempo espetacular, a segunda etapa foi extremamente sonolenta. Alguns atletas argentinos ainda continuaram buscando jogo, mas alguns outros pareciam acomodados e expuseram sua equipe a riscos desnecessários. O narrador do Sportv chegou a criticar Messi abertamente por sua apatia em campo. Não obstante, o árbitro mal posicionado chegou a atrapalhar Lucas Biglia em algumas jogadas. E isto aconteceu umas três vezes na segunda etapa.

A Jamaica, sentindo o recuo do rival e não tendo mais nada a perder, foi para cima e quase empatou. Só não conseguiu porque não tinha qualidade técnica para isto.



Argentina relaxa, deixa os jamaicanos "gostarem do jogo" e
leva sufoco no fim do jogo. Biglia, um dos poucos que
ainda buscava jogo, ganhou um "marcador" inesperado
(imagem obtida via this11.com)...



A Argentina assegura a liderança do Grupo B com méritos, mas não pela partida de hoje. Ganhou, mas deveria ter feito como o Chile no jogo de ontem. Quando o rival é fraco, o negócio é meter gols sem piedade: isto impede o rival de reagir e ainda faz os próximos te respeitarem mais. Deixar o adversário respirar e se recuperar pode ser perigos. E isto ficou evidente no jogo de hoje. Que o susto tenha servido de lição à Albiceleste para os próximos jogos.

A Jamaica se despede da Copa América 2015 com a sensação de dever cumprido. Não conseguiu nenhuma vitória, gol ou ponto, mas esforçou-se em campo e cumpriu a obrigação profissional de buscar a vitória. Que tenham mais sorte na Gold Cup.



Imagem extraída de https://www.facebook.com/AFASeleccionArgentina


terça-feira, 16 de junho de 2015

Como Esperado

Imagem extraída de https://www.facebook.com/CONMEBOL1916CSF



Era esperado que o Paraguai, atual vice-campeão da Copa América, vencesse a partida de hoje, enquanto a Jamaica, convidada, fosse uma mera figurante na competição. Os Guaranís cumpriram seu papel ao derrotar os Reggae Boyz pelo placar mínimo -1x0- e os jamaicanos, com o resultado, dificilmente avançam à próxima fase.

Os times, no entanto, não estavam dispostos a abrirem mão do resultado. O Paraguai, sabendo que o adversário seria tecnicamente inferior, tomou a frente e pressionou durante todo o primeiro tempo. Os jamaicanos, no entanto, lutaram até o fim: sua defesa sólida alidada a um goleiro inspirado impediram os paraguaios de abrirem o placar e ainda possibilitaram alguns contra-ataques para o time da América Central.

O único gol do jogo surgiu em uma falha bizarra do arqueiro Kerr, que errou na saída de bola e entregou a redonda nos pés de Benítez.



Os dois times no 4-2-3-1: Benítez alterna as funções de meia e
segundo atacante. Jamaica espera no campo de defesa e articula
contra-ataques (imagem obtida via this11.com).



O Paraguai ainda foi em busca do segundo gol após o intervalo, mas não consegue transpor a defesa adversária. Jamaica, aos poucos ganha confiança e, ao invés de apenas contra-atacar, passa a ter a posse da bola e o controle do jogo.

Os albirrojos sentem o cansaço e alguns jogadores são substituídos extenuados ou sentindo dores. A Jamaica passa a pressionar o Paraguai em busca do resultado, mas os Reggae Boyz não encontram espaço para finalizar e arriscam chutes de longe. Sem sucesso.



Sentindo o recuo do Paraguai, a Jamaica coloca mais jogadores
na frente, mas finaliza mal e não consegue o empate. Paraguaios
só defendem e, eventualmente, fazem algum contra-ataque
acionando Santa Cruz (obtido via this11.com).



Paraguai e Jamaica terminam a segunda rodada da maneira esperada: Guaranís vencem e deixam a classificação para o mata-mata bem encaminhada, enquanto Reggae Boyz, praticamente, deram adeus à competição com nenhum ponto marcado em dois jogos.

O cenário tido como "previsível", contudo, teve muitas emoções no roteiro até o desfecho esperado. Não podemos deixar de aplaudir a ofensividade do Paraguai, bem como a valentia da Jamaica que lutou até o fim.



Imagem extraída de https://www.facebook.com/CONMEBOL1916CSF


sábado, 13 de junho de 2015

Doeu até no Espectador

Imagem extraída de https://www.facebook.com/aufoficial



O Uruguai jogou sem alguns dos atletas que fizeram parte de geração 2010. Gargano, Suárez, Lugano e Forlán entre eles. O atacante do Barcelona ainda não pode disputar jogos oficiais por sua seleção devido àquela mordida desferida em Chiellini durante a Copa de 2014 enquanto os demais estão dando espaço para que atletas mais jovens (De Arrascaeta, Rolán, Giménez e Jonathan Rodríguez) tivessem oportunidade na Celeste. Era esperado, portanto, que o time uruguaio ainda não atuasse em sua plenitude, mas o time capitaneado por Diego Godín ainda era mas time do que a Jamaica.

Não era esperado, no entanto, que os jamaicanos entrassem em campo dispostos a ganhar. A equipe da América Central jogou como convidado e tinha como prioridade a Gold Cup, a competição continental de sua confederação. Os Reggae Boyz eram tecnicamente mais fracos que os uruguaios, mas foram muito esforçados em campo e buscaram jogo do primeiro ao último minuto.

O Uruguai, em contrapartida, carecia de criatividade no meio-de-campo, errava muitos passes e ainda apresentava uma marcação muito desorganizada. Só não levou um gol porque os adversários apresentavam muitas deficiências em campo.



Uruguai no 4-3-3 contra a Jamaica no 4-4-2: a falta de criatividade
no meio-de-campo obriga os laterais uruguaios a subir para o
ataque, mas a Celeste não consegue fazer a bola chegar até
Cavani. Jamaica aproveita espaços deixados pelo rival, mas
peca nas finalizações e nos passes (obtido via this11.com).



A Celeste melhorou no segundo tempo adiantando a zaga e jogando mais compacto na frente. Com isso, os uruguaios erraram menos passes e criaram mais chances de gol. A marcação, no entanto, ainda apresentava problemas e o Uruguai ainda cometia muitas faltas próximas à área de Muslera, obrigando o arqueiro a fazer muitas defesas.



Jogando mais adiantado e compacto, Uruguai tem mais posse de
bola, erra menos passes, cria mais chances e encurrala a
Jamaica. O time da América Central joga em conta-ataques e,
eventualmente consegue algumas faltas perto da área de
Muslera (obtido via this11.com).



O meia Cristian "Cebolla" Rodríguez fez o único gol do jogo em lance de bola parada. O Uruguai limitou-se a administrar o resultado enquanto a Jamaica ainda conseguia incomodar Muslera em alguns lances de bola parada, mas os Reggae Boyz não conseguiram levar perigo real à Celeste apesar de todo o seu esforço.

O Uruguai consegue o resultado esperado, afinal era fundamental conquistar os três pontos diante de um rival que não tem a Copa América como prioridade, sobretudo em uma chave tão complicada como o Grupo B. A Celeste, contudo, ainda precisa organizar melhor sua marcação para não dar tanto espaço aos rivais e obrigar seus atletas a cometerem tantas faltas. A ausência de criatividade no meio-de-campo também prejudicou muito o desempenho da equipe, que tinha dificuldades para fazer a bola chegar até Cavani. Gostaria de ver Lodeiro fazendo dupla com De Arrascaeta nas próximas partidas.

A Jamaica, por outro lado, jogou muito melhor do que eu esperava. Se não eram brilhantes com a bola nos pés, demonstraram empenho em campo e respeito ao espectador que pagou ingresso para ver o time jogar.

Espero melhoras por parte de ambas as equipes nos próximos jogos, afinal tivemos uma partida sofrível, com muitas faltas e o nível técnico doeu até no espectador...



Imagem extraída de https://www.facebook.com/aufoficial


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Grupo B: O "Grupo da Morte"

Imagem extraída de https://www.facebook.com/copaamerica



O Grupo B da Copa América 2015 é composto por Argentina, Uruguai, Paraguai e Jamaica, ou seja: três seleções que já foram campeãs irão brigar pelas vagas disponíveis para as quartas-de-final. Felizmente, os dois melhores terceiros colocados terão o direito de avançar, portanto será crucial que as equipes não desperdicem pontos contra a Jamaica, que virá apenas a passeio.

Os jogos desta chave prometem ser bastante disputados e equilibrados. É bastante provável que tenhamos partidas muito pegadas, com muito mais raça do que técnica e até mesmo muitas faltas. A rivalidade entre as três seleções sul-americanas deve elevar a temperatura das disputas.

Felizmente, a presença alguns bons jogadores como Messi, Cavani, Di María e Lodeiro deve compensar o excesso de brutalidade das partidas com lances bonitos, dribles e passes bem executados.



ARGENTINA- PELO FIM DO JEJUM

Imagem extraída de https://www.facebook.com/AFASeleccionArgentina/

Messi, Tévez, Di María, Agüero, Higuaín, ... Fica difícil imaginar como um time com tantos atletas de talento nunca conquistou um título pela seleção principal de seu país. Alguns ainda tiveram a oportunidade de erguerem troféus pela Seleção Olímpica ou pelas categorias de base, mas a Albiceleste vive um jejum de títulos que se arrasta desde 1993, quando conquistou a própria Copa América. A Argentina bateu na trave no último mundial quando foi vice-campeã. A Albiceleste chegou a ter o controle do jogo e, por muito pouco, não consegue alguns gols no começo da partida.

A conquista do título, obviamente, é questão de honra para esta geração. A maioria dos atletas que disputaram a última Copa do Mundo foi mantida, mas foram convocados mais meias criativos (Banega e Pastore) para que Messi tenha de buscar a bola menos vezes. Tévez, que não foi convocado injustamente para o mundial, também retorna. O bom zagueiro Nicolás Otamendi também marca presença para aumentar a segurança da fraca zaga albiceleste.

A Argentina, contudo, possui dois problemas na busca pelo troféu. O primeiro, obviamente, é a defesa que ainda não demonstra muita solidez, principalmente pela lateral esquerda. O segundo é o treinador Gerardo Martino, que não deixou saudades no Barcelona e ainda não me convenceu no comando da Albiceleste.

Se os argentinos conseguirem superar seus pontos fracos, o jejum de títulos terá um fim em 2015.


DESTAQUE E CAPITÃO- Lionel Messi (atacante): a Pulga dispensa apresentações. É o melhor jogador dos últimos anos, sendo eleito melhor jogador do mundo quatro vezes -e deve conquistar sua quinta Bola de Ouro neste ano. Pode desempenhar qualquer função no ataque -meia-armador, "falso nove", centroavante, segundo atacante ou atuar nas duas pontas. É craque, mas nunca conseguiu fazer pela Argentina a diferença que faz pelo Barcelona.

TÉCNICO: Gerardo Martino

CONVOCADOS:

Goleiros: Sergio Romero (Sampdoria), Nahuel Guzmán (Tigres) e Mariano Andújar (Napoli)

Defensores: Ezequiel Garay (Zenit), Facundo Roncaglia (Genoa), Pablo Zabaleta (Manchester City), Milton Casco (Newell's), Martín Demichelis (Manchester City), Marcos Rojo (Manchester United) e Nicolás Otamendi (Valencia)

Meio-Campistas: Fernando Gago (Boca Juniors), Lucas Biglia (Lazio), Ángel Di María (Manchester United), Roberto Pereyra (Juventus), Javier Mascherano (Barcelona), Éver Banega (Sevilla) e Javier Pastore (PSG)

Atacantes: Gonzalo Higuaín (Napoli), Lionel Messi (Barcelona), Sergio Agüero (Manchester City), Carlos Tévez (Juventus), Erik Lamela (Tottenham) e Ezequiel Lavezzi (PSG)


TÍTULOS NA COMPETIÇÃO: 14

EXPECTATIVA: favorito ao título

PALPITE: vice-campeão

POSSÍVEL FORMAÇÃO: 4-4-2

Argentina 4-4-2 football formation
Imagem obtida via footballuser.com




URUGUAI- A MORDIDA QUE CUSTOU CARO

Imagem extraída de https://www.facebook.com/aufoficial/

Você ficou impressionado com as grandes exibições de Luisito Suárez durante a temporada 2014-15 pelo Barcelona? Esqueça. O atacante ainda está suspenso pela seleção de seu país devido à mordida desferida em Chiellini e o Uruguai terá de disputar a Copa América sem seu principal craque. Além dele, os "velhinhos" Lugano e Forlán também não irão jogar a competição. Era necessário, afinal a Celeste estava envelhecendo e os jogadores mais jovens mereciam chances para que uma renovação no elenco acontecesse.

Ainda assim, boa parte do elenco que disputou a Copa do Mundo 2014 e o treinador Óscar Tabárez foram mantidos. O estilo de jogo, portanto, não deve sofrer muitas alterações com relação ao ano passado.

O Uruguai tem alguns bons jogadores à disposição, mas seu estilo de jogo é muito mais baseado em raça do que técnica. Algo que faz parte da cultura futebolísitca do país.

Resta saber como a Celeste irá atuar sem seu craque. Em 2011, quando o Uruguai conquistou seu último título na competição, Suárez fez toda a diferença em campo. Será que Cavani, Lodeiro e Godín conseguirão compensar a ausência do ídolo?


DESTAQUE E CAPITÃO- Diego Godín (zagueiro): Godín herdou a faixa de capitão do xará Diego Lugano ainda durante a última Copa do Mundo. Tem feito grandes exibições pelo Atlético de Madrid e pela própria Seleção Uruguaia nos últimos anos. É um zagueiro seguro pelo alto, por baixo e comete poucas faltas. É também um exímio cabeceador.

TÉCNICO: Óscar Tabárez

CONVOCADOS:

Goleiros: Fernando Muslera (Galatasaray), Rodrigo Muñoz (Libertad) e Martín Silva (Vasco)

Defensores: José María Giménez (Atlético de Madrid), Diego Godín (Atlético de Madrid), Jorge Fucile (Nacional-URU), Álvaro Pereira (Estudiantes), Gastón Silva (Torino), Maximiliano Pereira (Benfica), Mathías Corujo (Universidad de Chile) e Sebastián Coates (Sunderland)

Meio-Campistas: Carlos Sánchez (River Plate), Cristian Rodríguez (sem clube), Giorgian De Arrascaeta (Cruzeiro), Nicolás Lodeiro (Boca Juniors), Guzmán Pereira (Universidad de Chile), Egidio Arévalo Ríos (Tigres) e Álvaro González (Torino)

Atacantes: Abel Hernández (Hull City), Diego Rolan (Bordeaux), Cristhian Stuani (Espanyol), Edinson Cavani (PSG) e Jonathan Rodríguez (Benfica)

TÍTULOS NA COMPETIÇÃO: 15

EXPECTATIVA: favorito ao título

PALPITE: quartas-de-final

POSSÍVEL FORMAÇÃO: 4-3-3

Uruguay 4-3-3 football formation
Imagem obtida via footballuser.com




PARAGUAI- APENAS EFICIENTE

Imagem extraída do Facebook oficial de Lucas Barrios- https://www.facebook.com/LucasBarriosOfficial/

O Paraguai foi vice-campeão da última Copa América jogando apenas em função do regulamento. A equipe Guaraní classificou-se ao mata-mata com três empates e chegou à final decidindo os seus jogos nos pênaltis. Só não ficou com o troféu porque Luis Suárez estragou a festa dos paraguaios na final.

A julgar pelo estilo de jogo dos times paraguaios na Libertadores, é provável que a seleção do país atue da mesma forma, priorizando a defesa, a marcação e tentando jogar em função do regulamento. A maioria dos jogadores da seleção se vale muito mais de raça do que técnica.

Tecnicamente falando, o Paraguai está abaixo dos rivais Argentina e Uruguai, mas o time Guaraní provou durante a última Copa América que pode fazer frente aos adversários na base da raça e da eficiência. Os paraguaios têm boas chances de chegarem novamente ao mata-mata, mas será muito difícil repetir o bom desempenho de 2011 levando-se em conta a grande quantidade de boas equipes disputando a competição. O desempenho pífio do Paraguai durante as Eliminatórias da Copa 2014 é uma prova cabal de que a estratégia pode não dar certo desta vez.


DESTAQUE- Lucas Barrios (atacante): atualmente no Montpellier da França, Barrios já não é mais aquele jogador de sucesso no Borussia Dortmund (ele esteve presente nas campanhas de 2010-11 e 2011-12), mas ainda é um jogador de respeito. Ao lado do experiente Roque Santa Cruz, deve formar um ataque temível e dar muito trabalho aos goleiros adversários.

TÉCNICO: Ramón Díaz

CAPITÃO: Roque Santa Cruz (atacante)

CONVOCADOS:

Goleiros:  Justo Villar (Colo Colo), Antony Silva (Independiente de Medellín) e Alfredo Aguilar (Guaraní)

Defensores: Iván Píris (Udinese), Marcos Cáceres (Newell's), Pablo Aguilar (América-MEX), Bruno Valdez (Cerro Porteño), Miguel Samudio (América-MEX), Paulo Da Silva (Toluca) e Fabián Balbuena (Libertad)

Meio-Campistas: Richard Ortíz (Toluca), Víctor Cáceres (Flamengo), Osmar Molinas (Libertad), Osvaldo Martínez (América-MEX), Néstor Ortigoza (San Lorenzo), Óscar Romero (Racing) e Eduardo Aranda (Olimpia)

Atacantes: Raúl Bobadilla (Augsburg), Lucas Barrios (Montpellier), Roque Santa Cruz (Cruz Azul), Derlis González (FC Basel), Edgar Benítez (Toluca) e Nelson Valdéz (Eintracht Frankfurt)


TÍTULOS NA COMPETIÇÃO: 2

EXPECTATIVA: chegar às semifinais

PALPITE: quartas-de-final

POSSÍVEL FORMAÇÃO: 4-3-3

Paraguay 4-3-3 football formation
Imagem obtida via footballuser.com



JAMAICA- OUTRAS PRIORIDADES

Imagem extraída de https://www.facebook.com/JamaicaFootballFederation/

A Jamaica, a exemplo do México, disputa a Copa América como seleção convidada. Os jamaicanos também estão de olho na Gold Cup e devem vir ao Chile apenas a passeio. O fato de terem caído em um grupo muito difícil diminui ainda mais as pretensões da Seleção Jamaicana.

A equipe da América Central disputa a competição sul-americana com o intuito de divulgar o futebol do país em outro continente, além de trocar experiências ao enfrentar rivais famosos como Messi, Cavani, Santa Cruz, ...

Quem sabe a Copa América não sirva como experiência para que estes atletas possam aprimorar o futebol de seu país.


DESTAQUE- Wes Morgan (zagueiro): acabou de vir de boa temporada pelo Leicester City, ajudando a equipe inglesa a fugir do rebaixamento. Suas atuações lhe renderam muitos elogios e premiações individuais.

TÉCNICO: Winfried Schäfer

CAPITÃO: Rodolph Austin (volante)

CONVOCADOS:

Goleiros:  Duwayne Kerr (Sarpsborg 08), Dwayne Miller (Syrianska) e Ryan Thompson (Pittsburgh Riverhounds)

Defensores: Daniel Gordon (Karlsruher), Michael Hector (Reading), Wes Morgan (Leicester City), Adrian Mariappa (Crystal Palace), Jermaine Taylor (Houston Dynamo) e Kemar Lawrence (NY Red Bulls)

Meio-Campistas: Lance Laing (FC Edmonton), Hughan Gray (Waterhouse FC), Joel McAnuff (Leyton Orient), Je-Vaughn Watson (FC Dallas), Joel Grant (Yeovil), Rodolph Austin (Leeds United) e Garath McCleary (Reading)

Atacantes: Deshorn Brown (Valarenga), Romeo Parkes (Isidro Metapan), Giles Barnes (Houston Dynamo), Darren Mattocks (Vancouver Whitecaps), Dino Williams (Mobay United), Allan Ottey (Mobay United) e Simon Dawkins (Derby County)


TÍTULOS NA COMPETIÇÃO: nenhum

EXPECTATIVA: vem a passeio

PALPITE: fica na fase de grupos

POSSÍVEL FORMAÇÃO: 4-2-3-1

Dream Team 4-2-3-1 football formation
Imagem obtida via footballuser.com