terça-feira, 7 de março de 2023

O Fim de Festa de Firmino

Imagem extraída de www.facebook.com/robertofirmino



O domingo deveria ser apenas de festa para os torcedores do Liverpool afinal os Reds aplicaram uma goleada de 7x0 sobre o arquirrival Manchester United, o maior placar em toda a história do confronto. A alegria na Terra dos Beatles, contudo, teve nuances de melancolia após uma notícia bombástica: o atacante Roberto Firmino anunciara dias antes que não renovará seu contrato e deixará o Anfield após oito temporadas.

Firmino, que fora contratado em 2015 junto ao Hoffenhein, rapidamente se adaptou ao esquema do treinador Jürgen Klopp e se tonou peça-chave no tridente ofensivo Salah-Bobby-Mané. Sua experiência no futebol alemão certamente contribuiu para o seu êxito junto a Kloppo. Os títulos e o bom entendimento com os companheiros de time fizeram do alagoano um ídolo no Anfield Road e também capitão em algumas partidas.

O futebol atual, porém, exige jogadores em condições físicas impecáveis. Firmino, aos 31 anos e com um histórico recente de lesões, perdeu espaço no time e acabou fora da Copa do Mundo 2022 em decorrência disto. Ademais, já há um movimento no Liverpool para a renovação do elenco. Os jovens atacantes Luis Díaz, Diogo Jota, Darwin Núñez e Cody Gakpo não vieram apenas para disputar posição, mas também para reformular o grupo que já vem apresentando sinais de envelhecimento e de desgaste.



Imagem extraída de www.facebook.com/robertofirmino



A saída de Sadio Mané para o Bayern já era um forte indício de que a geração que tirou o Liverpool da fila estava chegando a seu ocaso. Muitos dos jogadores que brilharam em 2019 já estão com 30 anos ou mais e alguns deles já não conseguem entregar a intensidade de quatro anos atrás. A equipe, ademais, ainda é virtualmente a mesma que venceu a Champions daquela temporada -dos titulares, apenas o atacante senegalês e o volante Wijnaldum já deixaram o Anfield.

Não se sabe ainda qual será o rumo de Firmino para a próxima temporada mas o brasileiro, aos 31 anos, ainda tem lenha para queimar neste ciclo e pode ser um grande reforço se as lesões não o atrapalharem novamente. Mesmo a Seleção ainda poderia contar com os serviços do alagoano dependendo de seu desempenho e das condições físicas.

Está chegando ao fim a festa de Firmino e da fantástica geração 2019. O futebol exige resultados e os atletas precisam entregar desempenho para isto. Bobby, infelizmente, já não possui mais a mesma intensidade e vigor físico de quatro anos atrás, mas seus feitos serão sempre lembrados com carinho pelo seu torcedor no Anfield, incluindo o gol e a assistência que ele deixou contra o Manchester United no último domingo.



Imagem extraída de www.facebook.com/robertofirmino




segunda-feira, 6 de março de 2023

Clubes, Invistam em Pesquisas Científicas

Calleri é mais uma baixa para o São Paulo na temporada
 (imagem extraída de www.facebook.com/saopaulofc).



Diego Costa, Caio, Igor Vinícius, Arboleda, Rafinha, André Anderson, David, Erison, Ferraresi, Moreira, Talles Costa e Calleri. Doze jogadores lesionados no São Paulo até o fechamento deste post. Apenas um mês e meio desde o início da temporada e o Tricolor já está com mais de um time inteiro entregue ao departamento médico.

Problemas com lesões não são nenhuma novidade no São Paulo. Em 2021, o então treinador Hernán Crespo chegou a criticar abertamente (com o respaldo da diretoria) o departamento médico do clube devido aos muitos jogadores machucados. Cabe, porém, a ressalva de que os atletas não tiveram férias naquele ano visto que o Tricolor emendou uma temporada na outra visando ganhar o Paulistão e acabar com o jejum de títulos.

O clube, ainda em 2021, alegou que novos aparelhos foram adquiridos para ajudar na prevenção e também no tratamento de lesões. O problema, porém, ainda persiste e, desta vez, o calendário apertado em decorrência da pandemia não serve como justificativa. Há, ainda, o agravante de que estamos no início da temporada e os jogadores retornaram de férias há pouco tempo.

Eu já escrevi isto em outras postagens mas cabe repetir o apelo: os clubes precisam se manter modernizados (tanto em profissionais quanto em instalações) e também investir em pesquisas científicas para prevenir as lesões, bem como recuperar eventuais jogadores machucados. Eu mesmo pude constatar a importância de tais estudos: um amigo fisioterapeuta me contou que antes era necessário um ano para um atleta se recuperar de uma ruptura no ligamento cruzado anterior, mas hoje bastam seis meses graças a muitos experimentos realizados na área.



Imagem extraída de www.facebook.com/saopaulofc



Um outro amigo me mostrou artigos científicos publicados por médicos que trabalham no Liverpool da Inglaterra e no Lille da França. Segundo o colega, é comum que cientistas ou profissionais de saúde conduzam pesquisas em parceria com times de futebol visando melhorar o desempenho das equipes. De fato, os Reds demonstram um preparo físico invejável com os futebolistas tolerando mais de 90 minutos de intensidade.

Clubes possuem "departamentos científicos" a sua disposição mas o investimento na área é muito tímido aqui no Brasil. Pesquisas demandam tempo e dinheiro, enquanto os nossos times desejam resultados imediatos e a maioria de nossas instituições está muito endividada para mais gastos. Ademais, existe a possibilidade de que todo o esforço  dos cientistas seja em vão -eu mesmo já participei de diversos experimentos que não deram em nada.

Os clubes europeus, apesar dos riscos mencionados, sabem que os resultados obtidos através de pesquisas podem ser de grande valia. Metodologias de treino, prevenção e tratamento de lesões podem ser desenvolvidas através de trabalhos científicos.

Os nossos clubes, diante dos argumentos apresentados neste post, podem optar: tentam investir em pesquisas e na atualização de seus departamentos científicos/médicos visando prevenir ou tratar as lesões com mais eficiência, ou continuam amargando ver seus atletas parar nos DMs.



Imagem extraída de www.facebook.com/saopaulofc




domingo, 5 de março de 2023

O Tio da EEFE




Uma das coisas que eu adorei fazer no mestrado foi a disciplina de ensino em fisiologia endócrina, que eu já mencionei em outro post aqui no blog. Graças a ela eu consegui cumprir boa parte da meta de horas, conheci várias pessoas legais, descobri alguns de meus talentos ocultos e ainda pude presenciar vários momentos divertidos.

A parte final da disciplina consistia em assistir (no sentido de "dar assistência", sem "a" mesmo!) a professora nas aulas para a turma de Educação Física. Foi praticamente um estágio de monitoria. O grupo era enorme -acho que eram cem alunos na sala, bem maior que a Farmácia com cerca de 75 estudantes.

Nem preciso dizer que foi uma loucura tomar conta de tanta gente. Não faço ideia como a docente responsável pela disciplina tinha paciência para controlar toda aquela bagunça. Mas, de modo geral, os alunos foram pessoas legais e não me deram muito trabalho apesar de toda a zoeira na sala.

Lembro o dia que haveria um jogo do Barcelona válido pela Champions League por volta das 16h e eles pediram para a professora liberá-los mais cedo -ainda não existia transmissão por streaming naquela época. Até eu, que adorava futebol, fiquei indignado com o pedido mas achei graça da situação e tentei ajudá-los. No fim das contas, não conseguimos terminar a aula antes do previsto -eu mesmo não consegui chegar em casa a tempo para ver a partida- mas garanto que nos esforçamos.






Outro momento curioso foi quando realizamos um debate sobre tireoide entre os alunos. A professora apareceu para mediar as discussões quando um dos estudantes se sentiu pressionado demais com os questionamentos e quase chorou na sala. A gente acalmou o participante e deixamos bem claro que o objetivo não era que houvesse um "vencedor", e sim que eles aprendessem o funcionamento da glândula na prática. 

Tivemos pouco mais de três semanas para entregar todo a matéria para a turma. Havia bastante conteúdo para ser lecionado -dez glândulas mais a prova- mas acho que conseguimos ensinar o que estava previsto. Uma pena que nem todas as atividades que elaboramos puderam ser aplicadas por falta de tempo -faltaram sistema reprodutor masculino e feminino.

Não tive muitas notícias dos alunos da Educação Física após o término do curso, até porque a turma era muito grande e eu tive pouquíssimo tempo para conhecê-los melhor. Foi diferente das turmas que eu monitorei na Farmácia, onde eu tinha muito mais proximidade dos estudantes. Já com a docente e os colegas de disciplina eu tenho contato até hoje graças às redes sociais.

Disciplinas da pós-graduação, em sua maioria, servem apenas para cumprir metas de horas, mas esta que eu frequentei me deixou muitas lembranças boas, tanto para a vida acadêmica quanto para a pessoal. Valeu a pena trocar os experimentos por alguns dias junto com os colegas de curso e com o pessoal da Educação Física. Foi uma experiência muito edificante para mim!







sábado, 4 de março de 2023

Nada a Peder

Imagem extraída de www.facebook.com/CBF



Ramon Menzes será o treinador da Seleção Brasileira pelo menos até junho, quando a CBF espera anunciar seu desejado "técnico estrangeiro" para dirigir o Escrete Canarinho. Até lá, o ex-volante, respaldado pelo título sul-americano sub-20, irá comandar o Brasil de forma interina.

O ex-volante, portanto, não terá muito a perder e gozará de uma certa liberdade para experimentar no elenco. O treinador, segundo jornalistas, foi incentivado pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, a convocar mais jogadores que estejam atuando em nosso país visando reaproximar a Seleção de seu torcedor. Isto explicaria a presença de atletas pouco conhecidos como Arthur (América-MG) e Mycael (Athetico) para o amistoso contra o Marrocos, a ser realizado no dia 25 deste mês.

Alguns dos convocados, cabe mencionar, trabalharam com Ramon na Seleção Sub-20, como Vitor Roque, Robert Renan e o já mencionado Mycael. Os citados jogadores oferecem uma "zona de conforto" ao ex-volante mas não deixam de ser uma tentativa de aproveitar mais os garotos na seleção principal, bem como uma possibilidade de renovar o grupo.



Imagem extraída de www.facebook.com/CBF



Ramon, curiosamente, convocou apenas 23 atletas enquanto as últimas competições permitiam até 26 inscrições. Não ficou evidente se isto ocorreu por alterações nas regras pela FIFA ou se foi por opção do treinador. Isto significa que os novatos, mais do que nunca, terão de aproveitar a oportunidade e mostrar serviço visto que o número de vagas diminuiu.

Confesso que eu não assisti aos jogos da Seleção Sub-20 e, portanto, não sei como foi o trabalho de Ramon nos gramados. A julgar pela quantidade de atacantes convocados, o ex-volante deve utilizar três homens na frente -4-3-3, 4-2-3-1 ou 4-1-4-1. Como o treinador dispõe de uma certa liberdade, não seria surpresa se ele experimentasse formações táticas inesperadas.

Os torcedores poderão ficar tranquilos para esta primeira convocação visto que as competições serão suspensas durante a próxima data-FIFA. Os palmeirenses, por exemplo, não precisam se preocupar com os desfalques de Rony ou Veiga -a menos que algum deles retorne lesionado, obviamente.

Resta agora esperar até o dia 25 de março quando o Brasil enfrentará o surpreendente Marrocos. Não sabemos se a Seleção triunfará sobre os Leões do Atlas mas Ramon aproveitou muito bem o respaldo que recebeu de Ednaldo e se permitiu ousar na convocação. Alguns dos nomes podem até ser considerados contestáveis mas não podemos negar que o ex-volante se esforçou em renovar a equipe.



O título no Sul-Americano Sub-20 garantiu a Ramon Menezes o respaldo
de seus dirigentes (imagem extraída de www.facebook.com/CBF).




sexta-feira, 3 de março de 2023

Medidas Erradas

Imagem extraída de www.facebook.com/conmebolrecopa



Necessito, antes de mais nada, dar o devido crédito ao jornalista que descreveu o significado de uma supercopa ou de uma recopa. O autor Carlos Eduardo Mansur, do portal GE, afirmou em seu blog que tais competições nada mais são do que um evento festivo visando celebrar o início de uma nova temporada, ainda que haja uma taça em disputa. Não citei o comunicador antes porque não havia encontrado a sua publicação, que já está datada há um ano mas o contexto segue bastante atual.

Concluímos, com base no texto de Mansur, que uma supercopa não serve como parâmetro para se avaliar um time. As equipes entram em campo imediatamente após o término da pré-temporada e, portanto, os adversários ainda estão sem pleno ritmo de jogo. Tanto que treinadores consagrados como Ancelotti, Guardiola, Klopp e Mourinho já foram derrotados nesse tipo de competição -incluindo clássicos para arquirrivais- mas jamais tiveram seus empregos ameaçados em virtude disto.

O torcedor brasileiro, porém, não enxerga uma recopa dessa maneira e leva a competição a ferro e fogo. Tanto que Palmeiras e Flamengo trocaram muitas provocações às vésperas da Supercopa do Brasil 2023, transformando em guerra o que deveria ser um jogo festivo. Agora o Mengo se encontra em crise após a perda dos dois títulos em supercopas, além da queda no Mundial de Clubes que não será considerada neste post.

A mesma situação acontecera com o Palmeiras em 2021 quando o Verdão perdeu os mesmos três títulos (Supercopa do Brasil, Recopa Sulamericana e Mundial de Clubes) seguidamente e alguns torcedores mais exaltados exigiram a demissão de Abel Ferreira. A sede do clube amanheceu pichada com frases protestando contra o treinador português.



Imagem extraída de www.facebook.com/conmebolrecopa



É compreensível a frustração do torcedor, afinal o objetivo de uma competição é o troféu, por mais insignificante que seja. Recordemos, porém, do texto de Mansur, que explicou o significado e também o contexto de uma recopa. Os times participantes ainda estão em início de temporada e, portanto, ainda estão "verdes" em campo. 

A perda das duas recopas não deveria servir como parâmetro para avaliar o trabalho de Vitor Pereira e, tampouco, selar o destino do treinador. Um jogo festivo jamais deveria ser motivo para crise ainda que houvesse uma taça em disputa.

Tomemos o Palmeiras novamente como exemplo. Imaginem se a diretoria alviverde acatasse os protestos daqueles torcedores no início de 2021 e demitisse Abel Ferreira. Os cartolas palmeirenses, porém, respaldaram o português e colheram frutos mais a frente. Vitor Pereira ainda não tem os títulos do seu compatriota para servirem de escudo, mas também merece uma chance para aprender com os erros, corrigir a rota e montar um time com a sua cara. O próprio técnico rubro-negro afirmou que "trocou os pneus com o carro em andamento".

Supercopa ou recopa é um jogo festivo, não uma régua para avaliar o desempenho de uma equipe. Infelizmente, a nossa cultura futebolística trata cada troféu como uma "obrigação" mesmo que seja um título amistoso. Baseado nisso, não será surpresa que Vitor Pereira perca o emprego antes do término do Campeonato Carioca.



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quinta-feira, 2 de março de 2023

Nada de Especial = Tudo de Especial

Imagem extraída de www.facebook.com/Socceroos



O limiar entre a ousadia e a imprudência é muito tênue. Muitos treinadores, influenciados pelos colegas mais ofensivos, escalam os seus times de peito aberto e deixam a defesa exposta aos contra-ataques rivais. Ou então, tentam surpreender adversários com linhas altas sem terem os jogadores apropriados para tal estilo.

A Austrália do treinador Graham Arnold foi um dos times que mais me agradou sob o ponto de vista tático durante a Copa do Mundo. O técnico não realizou nada revolucionário em campo mas os Socceroos tinham plena consciência de suas limitações técnicas e adotaram um estilo de jogo que fosse compatível com as características dos atletas.

Arnold lançou mão de esquemas com duas linhas de quatro (4-4-2 ou 4-1-4-1) para negar os espaços aos ataques rivais e tentar algum contra-golpe com Leckie ou Irvine pelas pontas. O objetivo não era necessariamente marcar gols com os ponteiros, mas sim cavar faltas ou escanteios próximos à área adversária para que o zagueiro grandão Souttar pudesse anotar alguns tentos em bolas levantadas.

O estilo dos australianos estava muito longe de ser bonito sob o ponto de vista técnico mas era totalmente apropriado aos jogadores que Arnold tinha à disposição. O treinador possuía pouquíssimos craques no elenco mas dispunha de atletas altos, com boa imposição física e alguns deles velozes. O técnico sabia que seria um risco muito grande enfrentar uma França ou uma Argentina de peito aberto e, então, optou por uma tática conservadora.



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A Austrália, se não chamou atenção pelo futebol jogado, impressionou pelo desempenho acima do esperado, chegando às oitavas-de-final e igualando a histórica campanha de 2006, que contava com atletas memoráveis como Viduka, Bresciano e Cahill.

Talvez fosse até possível chegar mais longe visto que os Socceroos foram superiores aos adversários franceses e argentinos durante alguns minutos, mas a falta de experiência e de "malícia" em campo pesou durante os momentos decisivos. Ademais, os rivais contavam com atletas muito diferenciados -Messi e Mbappé, para ser mais preciso.

Graham Arnold e seus comandados tiveram o merecido reconhecimento pela ótima campanha no Catar. A delegação foi recebida com festa em seu país e o treinador foi recompensado com a extensão de seu contrato até 2026, decisão acertada da federação visto que há muitos jovens no elenco e o grupo demonstrou potencial para voos mais altos -quem sabe chegar às quartas-de-final no próximo mundial.

A Austrália não jogou um futebol bonito e tampouco foi páreo para as potências do esporte. Mas Graham Arnold demonstrou que um estilo simples e conservador pode ser coeso e gerar frutos. Não obstante, os Socceroos respeitaram a si próprios em campo ao não tentarem ir além das capacidades técnicas do grupo.



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quarta-feira, 1 de março de 2023

Farma Football 10 Anos




Hoje o blog Farma Football completa dez anos de sua estreia!

Publicamos no distante 1º de março de 2013 o nosso primeiro post que foi a pré-inauguração deste blog.

O diário, em seus dez longos anos de existência, passou por muitas transformações que refletiram o amadurecimento do autor em suas análises a respeito do esporte, o futebol em especial.

Eu era muito radical em minhas opiniões nas primeiras postagens mas fui compreendendo que o esporte envolve o fator humano e, portanto, está sujeito a falhas. Ademais, reconheci que não é errado atuar de maneira defensiva -até passei a exaltar "artesãos" como Mascherano, Kanté e Casemiro.

Nem sempre o esporte traz notícias agradáveis para se comentar mas tenho feito o possível para manter este diário atualizado apesar destes momentos ruins.

Gostaria muito de agradecer a todos vocês, leitoras e leitores, que mantêm o blog funcionando graças às suas visualizações/acessos e ao seu engajamento -curtidas, compartilhamentos e outras formas de interações com os posts.

Gostaria de agradecer também ao jornalista André Rocha e ao ex-jogador Paulo Cezar Caju que são minhas grandes inspirações para escrever estes textos. Nem sempre concordo com suas opiniões mas são as divergências e questionamentos que fazem a humanidade evoluir.

Gostaria de agradecer aos meus amigos e amigas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas que sempre ajudam nas minhas postagens com suas curtidas e palavras de incentivo, além de darem uma força nos momentos ruins.

Gostaria, por fim, de agradecer à minha "irmã mais velha" que me ajudou no momento em que mais estava mal e sempre dedico minhas conquistas a ela.

Um abraço e que venham mais dez anos pela frente!

Equipe Farma Football