quarta-feira, 3 de julho de 2013

Feliz Aniversário, Vettel!

Imagem extraída de http://www.facebook.com/Official.SebastianVettel

Completa hoje 25 primaveras, o piloto de Fórmula 1, Sebastian Vettel.

Correndo pela Red Bull Racing desde 2009, o alemão surpreendeu o mundo quando, pilotando por uma equipe com pouca tradição da F1, conseguiu ser campeão três vezes seguidas, deixando para trás pilotos como Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Jenson Button, bem como escuderias de renome, como Ferrari, McLaren e Williams.

Vettel já tinha minha admiração quando faturou seu primeiro título como o mais jovem piloto da categoria a ser campeão. E guiando um carro que, teoricamente, não poderia competir com a potência de uma Ferrari ou de uma McLaren.

O fato, porém, que me fez respeitá-lo definitivamente aconteceu neste ano, quando, durante o GP da Malásia, Vettel desobedeceu uma ordem da equipe para diminuir o ritmo e ultrapassou o companheiro Mark Webber. O alemão foi muito criticado pelo gesto, mas este blogueiro que vos escreve parabenizou o piloto pela atitude de buscar a vitória -objetivo que cada esportista tem a obrigação profissional de conseguir- e de ignorar a ordem de seus chefes. Por que as escuderias querem tanto interferir no espetáculo que é a F1? Será que alguém apreciou quando Rubens Barrichello foi obrigado a ceder a primeira posição a Michael Schumacher? Ou quando Felipe Massa foi obrigado a ceder passagem a Fernando Alonso?

Parabéns, Sebastian! A F1 e o desporto precisam de mais pessoas como você! Pessoas com atitude e que façam jus ao "espírito esportivo"! A cada dia, tenho mais orgulho de torcer por você!

Coisas que os Jogadores Poderiam Ensinar aos Torcedores

Hoje teremos mais um clássico entre o Corinthians e o meu São Paulo, em jogo válido pela Recopa Sulamericana.

A relação entre os dois clubes, no entanto, está longe de ser amistosa, desde 2009, para ser mais exato. Isso se reflete muito na rivalidade em campo -com provocações desnecessárias e excessivas- e entre os torcedores, quando vejo dezenas de insultos trocados em redes sociais ou em comentários de internautas nos sites de notícias.

Há dezenas de campanhas pedindo paz nos estádios, mas ainda são frequentes notícias sobre brigas entre torcedores. E são poucos os que dão o exemplo para que torcedores se respeitem.

Os atletas, como pessoas públicas, poderiam contribuir no incentivo na paz entre torcedores e demonstrar que a rivalidade fica restrita aos gramados. E isso também vale para dirigentes -que vivem trocando farpas- e imprensa -que prestam o desserviço em partidas dessa magnitude ao questionarem atletas, comissão técnica e dirigentes com perguntas que visam acirrar a rivalidade entre os clubes.

Os jogadores, dessa forma, deveriam se cumprimentar ANTES e APÓS a partida, demonstrar cordialidade após todo lance mais violento e todos os atletas dos dois times deveriam agradecer juntos ao torcedor pela presença.

É uma pena, contudo, que a grande maioria dos atletas confunde rivalidade com ódio e acaba cometendo excessos em campo. E o jogo de hoje não deverá ser exceção, com muitas faltas e, possivelmente, dois atletas expulsos de campo.

O Corinthians sem Paulinho

Demorou, mas a transferência do volante Paulinho para o Tottenham se concretizou. Os corinthianos mais exaltados devem estar indo às lágrimas pela perda de um atleta considerado importante, enquanto as hienas devem estar com o sorriso de orelha a orelha dizendo que o Timão vai acabar com a saída do camisa 8.

Menos, pessoal. Menos. Paulinho é um bom volante mas não é insubstituível. E faz parte do futebol o desafio de renovar e se reinventar, uma vez que todo atleta um dia deixa seu clube, seja para buscar oportunidades de crescimento, seja para se aposentar.

Ao Tite, posso sugerir uma mudança tática que pode ser interessante aos atacantes que estão sofrendo um jejum de gols: colocar outro armador na vaga de Paulinho, alterando o esquema de 4-2-3-1 para 4-1-2-3. Pode ter a certeza que Guerrero e Pato agradecerão com um armador a mais, pois eles terão de voltar menos para buscar a bola e estarão sempre com a caixa cheia para finalizar uma jogada.

Outra ideia é buscar um volante ofensivo. Minha primeira sugestão é o Bolatti, que está voltando de empréstimo ao Inter, mas provavelmente terá poucas chances de jogar pelo Colorado. O argentino não é tão explosivo como Paulinho, mas sabe sair para o jogo, apoia bem e tem boa presença de área para fazer gols. Outro que eu posso sugerir é o Arouca, que é veloz e ajuda bastante na armação. O único entrave é que eu duvido que o Santos libere um titular para um rival direto. Ambos que eu citei são meio-campistas leves e que podem ajudar tanto na marcação quanto na criação de jogadas.

O Corinthians, de qualquer forma, precisa aproveitar o momento e se preparar para a perda de mais atletas importantes, como aconteceu com o São Paulo após 2005, com o Inter após 2006 e 2010, e com o Santos após 2011: todos disputaram o Mundial Interclubes, contemplaram seus elencos serem valorizados e terminaram por perder seus atletas mais importantes nas ocasiões mencionadas. Será, portanto, fundamental ter um planejamento bem feito para manter o Timão na briga pelos títulos.

Não duvido, no entanto, que Tite não dê ouvidos às minhas sugestões, continue priorizando mais a defesa em detrimento ao ataque e, eventualmente, atribua possíveis tropeços à saída de Paulinho, assim como faz a maioria dos treinadores do Brasil em uma situação como essa.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Será que Agora Vai?

Chegaram Alan Kardec e Mendieta. Estão de saída Maikon Leite e Maurício Ramos. Assim será o Palmeiras no segundo semestre de 2013.

O Kardec eu já conheço desde os tempos do Vasco, clube que o revelou. Passou por muitos altos e baixos no Internacional, Benfica, Santos e no próprio time cruzmaltino. Também esteve na Seleção Brasileira Sub-20 no mundial de 2009, quando fez boas exibições. É um atleta que, acredito eu, pode resolver uma partida se estiver aprumado.

O Mendieta eu não conheço, mas dou um voto de confiança ao paraguaio, levando em conta o bom retrospecto dos gringos no Verdão, como Rincón, Asprilla, Arce, Barcos e Armero. Segundos os jornais, o meia pode atuar centralizado ou aberto pela direita.

E há, ainda, a possibilidade de chegarem Felipe Menezes, Luís Ricardo e Sebastián Eguren.

Como eu escrevi em outros posts, não podemos esperar que os atletas venham e resolvam os problemas do Palestra logo de cara, mas como o nível da Série B é baixo, eles terão muito tempo e espaço para se entrosarem e se firmarem no elenco.

Gostaria, no entanto, que o treinador Gilson Kleina fizesse algumas mudanças no esquema tático. Espero que o Kleina monte um elenco mais leve e mais ofensivo. Chega desse negócio de colocar três volantes em campo! O Palmeiras está disputando a Série B e não a Libertadores ou a Champions League! Com todo o respeito aos adversários que o time paulista vai enfrentar, nenhum deles tem a história ou a tradição do manto alviverde.

Minhas sugestões? Fazer um esquema de dois meias de criação e três atacantes, ou de três meias de criação e dois atacantes. Colocar a equipe para tocar a bola e priorizar a criação de oportunidades. O Palmeiras não deve apenas buscar a vitória mas precisa, também, mostrar em campo que é muito superior aos seus adversários.

O Palmeiras deve também montar um elenco já pensando a longo prazo. O retorno para a Série A será questão de tempo, a menos que aconteça um desastre muito grande. É preciso, portanto, entrosar o elenco e dar padrão tático à equipe. E a Série B, novamente, será o cenário ideal para que tais metas sejam atingidas.

Boa sorte ao Palmeiras. Agora, o Brasileirão Série B começou de verdade. Consigam o título mas, acima de tudo, honrem as estrelas que a camisa ostenta, mostrando futebol bonito e ofensivo.

A Copa do Mundo Ainda Não É Nossa

O brasileiro tem toda razão em comemorar o tetracampeonato na Copa das Confederações, afinal a nossa Seleção passou por um princípio de crise iniciado com a eliminação para a Holanda na Copa do Mundo de 2010. E esse princípio foi agravado com a eliminação da Copa América de 2011 diante do burocrático Paraguai e da perda do ouro olímpico em 2012 ante o organizado México. Foi um grande alívio para a torcida brasileira e para os jogadores.

Gostaria, no entanto, de lembrar que o título que realmente vai interessar a torcedores e dirigentes é o que estará em jogo no próximo ano, em 2014, e que a conquista da Copa das Confederações não necessariamente irá refletir no desempenho do Brasil na Copa do Mundo.

Resgatando o argumento levantado pelo articulista Luiz Antônio Prósperi do jornal O Estado de São Paulo, recordamo-nos do segundo ciclo de Carlos Alberto Parreira na Seleção. Na ocasião, o treinador carioca faturou a Copa América de 2004 sobre a Argentina (apertado, mas foi) para em seguida nos presentear com a última grande exibição da Seleção Brasileira dos últimos anos, quando o Brasil anotou 4x1 sobre a Albiceleste (mais uma vez) na Copa das Confederações de 2005, com muito toque de bola e com Adriano, Kaká, Ronaldinho e Robinho no auge de suas formas físicas. Foi uma pena, no entanto, que o Brasil tenha entrado na Copa do Mundo de 2006 como grande favorito e nos oferecido um espetáculo de apatia e monotonia em campo. O jogo coletivo inexistia e, mesmo com bons jogadores em campo, nenhum deles justificou os altíssimos salários que recebiam em seus respectivos clubes. A eliminação diante da França de Henry e Zidane foi um balde de água fria no favoritismo dos brasileiros.

Dunga, que apareceu como grande surpresa para dirigir a Seleção após a queda de Parreira (os favoritos eram Luxemburgo e Muricy), venceu a Copa América de 2007 por convincentes 3x0 sobre a Argentina de Riquelme e Messi. Em seguida, o ex-volante faturou o tricampeonato da Copa das Confederações em 2009 após tomar um calor dos Estados Unidos na final. A equipe do treinador gaúcho, porém, atuava com muita raça e passionalidade, mas pouca técnica. Isso ficou muito evidente na fatídica eliminação contra a Holanda em 2010, quando o Brasil acusou o golpe da virada holandesa, teve um jogador expulso e não teve sequer forças para reagir.

Peço ao treinador Luis Felipe Scolari que contenha os ânimos dos atletas e lembre os jogadores de que na Copa do Mundo a história pode ser outra. Júlio César, que estava em ambas as copas anteriores, está aí de prova se algum jogador quiser saber. E toda e qualquer conquista que a Seleção obteve até o momento poderá ser "esquecida" ao menor tropeço em 2014. Parreira é a lembrança constante disso.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O Gigante Acordou. Só que Não.

O Brasil conquistou a Copa das Confederações. Não apreciei a forma como nossa seleção ganhou a competição, com mais cautela do que ofensividade, mas não tiro os méritos da equipe.

Gostaria, no entanto, de lamentar a utilização do lema "O Gigante Acordou" para se referir ao título conquistado ontem pelo Brasil, algo que foi feito por alguns torcedores e por alguns veículos da imprensa.

O lema foi utilizado para descrever a onda de protestos que explodiu no Brasil, desencadeado pelo aumento do preço das passagens de ônibus. A inflação do preço das tarifas foi o grande estopim para que as manifestações eclodissem por todo o território nacional.

"O Gigante Acordou" porque a população brasileira cansou-se de aguentar passivamente o alto custo de vida no Brasil para receber em troca serviços públicos de baixíssima qualidade, como transporte, educação e saúde, além das infindáveis denúncias de irregularidades envolvendo políticos. "O Gigante Acordou" porque a população conscientizou-se das injustiças que estava sofrendo e foi às ruas, descobrindo que o povo tem o poder de derrubar reis e governantes, como aconteceu na Revolução Francesa.

A Seleção Brasileira, no entanto, pouco fez para apoiar as manifestações pelo Brasil. O meia Juninho Pernambucano até sugeriu que os atletas cantassem o Hino Nacional de costas para a bandeira como forma de demonstrar solidariedade ao povo brasileiro. Os atletas não precisavam bater de frente com ninguém, mas poderiam demonstrar alguma sintonia com o momento que o Brasil estava vivendo. Que falta faz o Doutor Sócrates em um momento como esse...

Não questiono, em hipótese alguma, o mérito da conquista de nossa seleção. Mas é questionável vulgarizar o lema do "Gigante" e utilizá-lo para designar um time que pareceu tão distante de da população de seu país.

Balanço da Copa das Confederações 2013

Após pouco mais de duas semanas de competição, findou-se ontem a Copa das Confederações 2013.

O campeonato foi o grande teste para o Brasil mostrar se estava (ou não) pronto para sediar uma Copa do Mundo. O Brasil alcançou parte dos objetivos, mas muitas reportagens publicadas mostraram que ainda estamos devendo em infra-estrutura para recebermos um evento desse porte. Mesmo os estádios receberam muitas críticas da FIFA, das delegações e dos sites de notícias.

Quanto a qualidade do futebol apresentado, a maior parte das equipes armou seus times muito mais para evitarem a derrota do que para buscarem o resultado. A Espanha foi a única seleção que sempre buscou jogo ao invés de adotar o estilo pragmático de outros que só priorizam a defesa. Houve alguns lampejos de Neymar, Oscar, Fred, Pirlo, Suárez, Forlán e Cavani, mas foi muito pouco para seleções que ostentam mais estrelas que a Espanha. Poderíamos ter mais craques em campo, não?

Vamos a um balanço desta Copa das Confederações:

MELHOR JOGO- JAPÃO X ITÁLIA: em partida válida pela segunda rodada do Grupo A, os nipônicos trocaram muitos passes e chegaram a abrir 2x0 sobre a Itália, que buscou resultado valendo-se de seus atletas fisicamente superiores aos japoneses. O placar final foi de 4x3 para a Azzurra, mas muitos concordaram comigo que o Japão, pelo futebol apresentado, merecia a vitória.

PIOR JOGO- NIGÉRIA X URUGUAI: a Nigéria e o Uruguai já revelaram muitos jogadores talentosos, mas, nos dias de hoje, temos atletas cada vez mais musculosos e cada vez menos habilidosos. Muitas faltas, correria, trombadas e pouco futebol. A partida entre Brasil e Uruguai, válida pelas semifinais, também merece uma "menção honrosa" pela grande quantidade de faltas e de passes errados.

MELHOR TIME- ESPANHA: a única seleção que entrava em campo para jogar bola em todas as partidas. O Brasil leva uma menção pelo desempenho de cinco vitórias em cinco partidas mencionadas, mas não pela qualidade do futebol apresentado.

PIOR TIME- TAITI: não mereciam levar tal rótulo pela simpatia e pelo esforço demonstrados. Mas, sem contar com atletas profissionais e com poucos recursos técnicos, a equipe da Oceania teve desempenho pífio e foi eliminada com o incrível saldo de gols de -23.

MELHOR JOGADOR- ANDRÉS INIESTA (Espanha): mesmo sem o título, o baixinho do Barcelona ainda foi, para mim, o grande nome do torneio. Com passes precisos, boa presença de área e velocidade (que, aliás, ele não costuma demonstrar no Barça), Iniesta foi o motor e o cérebro da Furia, junto de seu eterno parceiro Xavi. Não consigo imaginar como será o time assim que um deles se aposentar, coisa que Xavi já andou cogitando. Andrea Pirlo (Itália), pela sua versatilidade, técnica e habilidade, também merece ser mencionado.

PIOR JOGADOR- ANDRÉS SCOTTI (Uruguai): o jogador mais experiente da Copa das Confederações (está com 37 anos) decepcionou. Em seu único jogo como titular, enfrentou o fraco Taiti, desperdiçou um pênalti e ainda conseguiu ser expulso. Um campeonato para o zagueiro esquecer.

SURPRESA: não houve, mas vale fazer uma menção ao Japão, que quase complicou a classificação da Itália na segunda rodada da fase de grupos.

DECEPÇÃO- MÉXICO: esperava que o México apresentasse a organização e o futebol envolvente exibido nos últimos anos, mas a Seleção Mexicana, em má fase, entrava em campo armando ferrolhos e dependendo dos talentos individuais de Chicharito e Giovani dos Santos. Não chegou, sequer, a ameaçar os favoritos de seu grupo.

SELEÇÃO DA COPA (esquema 4-3-3):

Goleiro- Gianluigi Buffon (Itália): conseguiu segurar o empate contra a Espanha e defendeu três pênaltis contra o Uruguai. Melhor goleiro da competição com louvor!

Laterais- Christian Maggio (Itália) e Jordi Alba (Espanha): o italiano Maggio fez grandes partidas, tanto na marcação quanto na armação, além de ter excelente presença de área. Pela esquerda, o garoto Jordi Alba voou nos jogos e deu muita canseira nos adversários, além de ter anotado dois gols (ambos contra a Nigéria).

Zagueiros- Sergio Ramos (Espanha) e Gerard Piqué (Espanha): OK. A dupla espanhola perdeu a cabeça e cometeu muitas faltas contra o Brasil na final, mas isso não tira o brilho dos zagueiros que, além de marcarem de maneira muito limpa, se impuseram ofensivamente, posicionando-se próximos à linha da intermediária.

Volante- Andrea Pirlo (Itália): o experiente volante da Juventus não pôde participar de todos os jogos por lesão, mas mostrou muita habilidade, técnica e visão de jogo com seus passes precisos. Menção honrosa a Paulinho (Brasil), que mostrou eficiência ofensiva e defensiva.

Meias- Andrés Iniesta (Espanha) e Xavi Hernández (Espanha): preciso comentar?

Atacantes- Luis Suárez (Uruguai), Fred (Brasil) e Neymar (Brasil): só não coloquei Edinson Cavani (Uruguai) porque o atacante da Napoli deixou um pouco a desejar nas partidas iniciais, sendo que os demais mencionados foram mais regulares em campo. Neymar mostrou que já tem futebol para jogar pela Seleção -só precisa ser menos individualista e para de tentar cavar tantas faltas. O polêmico Luisito Suárez mostrou que é um grande jogador ao repetir as boas atuações de outras competições. E Fred supera Fernando Torres (Espanha) ao mostrar mais mobilidade em campo que o espanhol. Precisamos levar em conta, também, que quatro dos cinco gols de "El Niño" foram anotados contra o fraquinho Taiti.

Técnico- Vicente del Bosque (Espanha): foi o ÚNICO treinador em toda a Copa das Confederações 2013 a montar sua equipe para tomar a ofensiva em todas as partidas. Todos os demais, praticamente, só armavam ferrolhos. Uma pequena menção a Alberto Zaccheroni (Japão) que soube utilizar muito bem a disciplina de seus atletas e quase colocou a Itália na lona.

Revelação- Abel Hernández (Uruguai): tudo bem que era só o fraquinho Taiti, mas anotar QUATRO tentos na competição e em uma única partida com apenas 22 anos nas costas mostram que o garoto tem futuro.